CORTE DOS JUROS BÁSICO DA ECONOMIA E OS INVESTIMENTOS
A taxa básica de juros foi cortada pela segunda vez seguida neste ano.
A redução foi de 0,50% indo de 6,00% para 5,50%, como já era esperado
pelo mercado financeiro. As aplicações indexadas à taxa Selic e ao CDI agora vão render ainda menos.
A poupança, por exemplo, é uma aplicação que tem seu retorno atrelado à Selic, que quando esta está abaixo de 8,50% ao ano, tem seu rendimento em apenas 70% da taxa básica, ou seja, com a taxa em 5,50% ao ano, a poupança passará a render 3,85% ao ano ou 0,31% ao mês, sendo uma das aplicações com a menor rentabilidade entre os investimentos em renda fixa.
Mas se por um lado a renda fixa perde força, por outro lado a queda dos juros acaba reforçando a atratividade de investimentos em renda variável, considerados de maiores riscos, com maior potencial para a bolsa de valores que neste ano já rendeu 18,94% e ainda estamos em setembro.
O caminho para o investidor é diversificar, deixando uma parte do capital em renda fixa, garantindo uma reserva por segurança, e outra parte investindo em compra direta de ações na bolsa ou através de fundos de ações e multimercados.
Em resumo, o investidor que quiser obter maiores ganhos precisará adaptar novas maneiras de investir, buscando investimentos de maior risco mas sem esquecer de fazer isso de modo seguro. Estudando e se preparando, o investidor consegue absorver a segurança necessária para correr os riscos e obter rentabilidade superior aos investimentos de renda fixa.
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